Som Pobre



Nuancias nos detalhes sutis e convencionais da musica fazem o ouvido interno do musico perceber, dentro de suas percepções hitóricas, oque há de reprodução dos meios sociais excludentes de nosso sistema em toda essa parafernália musical que se dá em toda parte. Um exelmplo claro dessa minha afirmação, é os shows apresentados no ano de 2007 pela rede globo chamado Som Brasil. Percebo a excelente criatividade e musicalidade, mas ainda alienada nos moldes do mercadinho de esquina. Misturas de ritmos, timbres explorados, performances chamativas, tecnologia a serviso do folclore. Mas tudo na santa paz de meus ecessos. O humano na velha estoria de boi durmir, a arte como o bem fazer pra todos, para tudo, logo para essa nossa sociedade estupida. Claro que nem tudo poderia ser assim. Nem mesmo na mais triste canção de ninar da velha Madonna, com a furia de sindrome de perterpan de Michael Jacson. Tudo muito antigo. Tudo muito tudo.Com tudo o mais, mas em algum ponto teriamos a justa causa de nos valorizarmos sobre a contituição federativa de minha alma. Algumas execuções musicais chegam mais perto da verdade, como um essencialismo burques, outras chegam mais perto ainda com o passar de fome de suas tragedias inspiradoras. No entanto ainda rezo ao folclore e as inovações tecnologicas. Mais tudo é muito azul na cor desse ceu. Assim percebi o nosso desespero atual; ecologia e espirutualidade. Como mentes cheias de intelectualismo e criatividade para um renascimento de nossas esperanças. Uma tentativa em nossa hitória, em nosso ser biologico e em nossa poesia. Arte a serviso de algum ente desesperador, encatador e, numa quebra de paradigma visivel, esclarecedor de nossa musica, etno-biologica, uma esperança que viria, não como uma salvação de promessas, mais como um viver espiritual já. Uma filosofia, que desde as tragedias gregas, não mas tinha se visto em nossas no crepusculo de uma nova era, para nascer a velha, e renascer o homem. Dos ruido da selva, do coração do mundo e da alma, sem significados ou emoções, mas puramente uma nova era na composição musical: a musica dos animais. Albery nos ajudou a olharmos para nos mesmos, como um irmão que nos dá a mão quando caimos. A nova terra foi vista, a exploração começou, mas sem a possibilidade de exterminio, mas com o cantar da criação e a furia de um homem que fará da musica a musica metafisica.Eis o inicio. Desde mousiké, passando pelas nossas academias, até o dia de hoje, que nada mais é que as possibilidades musicais ja existentes desde a criação.

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