A NOVA ORDEM

 

Há varias formas de poder... Há uma série de deturpações estéreis, que afligem o ápice de velhos planos.

Há somente um caminho, somente um sol... Num universo de vários sóis

O respeito é uma forma de entendimento, de aceitação, de convivência com diferentes. No que cabe o mundo, é esse fator que impulsiona nosso limite de vida atual. Perante propagandas e discursos.

Há, ainda, varias maneiras de existência preconceituosa. A mais conhecida é aquela daqueles que são chamadas vítimas. Impiedosos perante uma lei a favor, eles são os donos do mundo. Desfilam gritando seus discursos de inflamação contagiosa e soberana. E tudo o que caminha na ordem deve obediência a esta ordem de cegos.

Há décadas atrás presenciamos uma guerra de mentiras nascidas de “ismos” e organismos superiores. Hoje é tudo igual. No entanto não temos tanques, nem aviões, somente soldados abduzidos pela força superior de uma nova moda que promete nossa sonhada liberdade. Uma felicidade por sentidos. Um beijo sem filhos. Uma consagração sem sacerdotes.

Os livros sagrados são postos em uma ordinária origem de ridicularizarão. Para por a frente padrões de destruição ambiental. Graças a propagandas de uma nova consciência ecologicamente correta, somos credenciados para encontrar novas explorações.

É uma pena que não conseguimos enxergar tudo isso na nossa linguagem temporal; pois somos consequentemente presos em um tempo e espaço. E essa ignorância inocente permanecerá para delinear as novas terras para um velho homem sem família.

Se digo o que estou a dizer, seria crucificado. Por isso escrevo como grito de socorro. Tentando viver simplesmente. Sem ser Napoleão, ou ter depressão. Sem viver uma vida alheia, ou do meu próprio corpo. O vício invade seu sistema neurológico e conceitua suas células para tudo o mais existir como verdadeiro. Em nome da felicidade, imitadores se tornam o imitado. Mas essa não é a falha. As grandes erupções não causam efeitos somente em seus vulcões, mas nos vilarejos que destroem. A consequência não é o contágio, mas é a viagem para longe de amigos. É um caso de alienação por amor a uma ausência de amigos.

Somos novos, mas não devemos ser errados diante de nossas antigas falhas. Como aquele menino que sofreu ao ver a demência de amigos. E que por amor se aprisionou. E deixou de olhar o sol.



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