CULTURA
Ouve-se algumas
vezes uma estória dita verdade, de seres ambulantes que vendem a alma em postos
de guarnição constante durante séculos. Olhando a humanidade passar os tempos
em construções de uma história.
Passam-se anos e milhares de anos, e
uma instituição de poder transformada do antigo império, se oculta em nossas
formações burocratizadas no sistema social. Ela se chama escola. Deteriora-se
constantemente perante as anunciações de um antigo evangelho chamado amor. Uma
humanização? Uma culturalização? Uma naturalização? Não, nada disso.
Em desertos se correm para oásis,
imaginados ou não. Em ruas se correm para o certo... Que são os apelidos dados
por empresários megalomaníacos. Uma deturpação do prazer de viver: Escola,
Centros de Formação, Cadeias, Presídios, Febens, etc. Forçar uma vida já tida
se traduz em oposições drásticas.
Pensei muito em tudo isto e cheguei
a um nome bastante conhecido dos nossos mestres velhos de comunidades pobres,
mas cheias de cultura. Resultantes foram aclamadas em politicas desiludidas,
mas que me orientaram para um límpido nome de uma nova instituição não instituída:
CULTURA.

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