UM PROCESSO DE CICLOS



Não há pontas, e nem níveis. Não há términos, e nem fins. Uma educação permanentemente natural. Sem compromissos, sem imposições. Em que professores se tornam alunos e convivem, simplesmente convivem ao lado de outros. Como moleques em rua, em rodas, em que as orientações partem de muitos. Direcionam-se para muitos lugares. Esses lugares serão as futuras disciplinas hoje fragmentadas. Em ciclos de jogos, em que os vencedores são símbolos de momentos de ganho de amizades por um amigo comum chamado conhecimento.
A prática vai à frente de signos que se dissolvem em textos e se propagam para uma rede mundial conectada ao ponto principal: o coração.
O corpo seguirá seu rumo mais peculiar com acrobacias circenses e reconhecimentos das verdadeiras fases da vida biológica e social. Em que a moral saíra de gargalhadas, e a ética de abraços.
Sem tempo; porque o tempo não existe.
A disciplina é o objetivo comum, proposto em plano de ações descrito em uma adedonha de crianças.
Mas que tempo bom é dizer que vou à Cultura.
Agora os assalariados serão chamados educadores e essa instituição subirá um cume de muitas dificuldades de inveja. Para que o iconoclasta se ponha na visão dos cegos.
E se colocará a filosofia e a religião a frente como um sinal de parcerias sem preconceitos e sem limites para um verdadeiro sabedor da vida.
Este local existirá em um breve futuro.

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