Lembra
A moda é feliz, e o que é público e de sucesso faz sentido.
Isso é o que ditam os sorrisos. E o que nos emagrece para uma saúde inventada.
Os melhores conceitos, as melhores escolhas, as melhores aparências, tudo é camuflado dentro de um lago chamado “influencias das influencias”. Mergulhos suicidas para que reinventem o superego numa atitude humanizadora de separação da vida.
Nós vemos garotos belos vestidos dentro de uma moda, com sorrisos e um vocabulários de superioridade diante de todas as invenções culturais. Meninas que suspiram de desejo e se tornam esculturas de uma efemeridade própria de um chamado. As idéias se tornam conceitos reais, que por sua vez criam um fato de manipulação de massa. Esse é o segredo da publicidade. Mas também é o segredo de nossas doenças. Costumes de destruição para um sorriso inventado. Mas quem inventou?
Deveríamos parar para concertar esse mundo quebrado, nossos costumes quebrados e nossos conceitos de construir um inimigo inexistente.
Somos carnes, mas como toda carne temos um processo degenerativo. Temos um espírito, e como todo espírito temos uma vida a-processual e além de nossas misérias. Poderia dizer que isso tudo é algo fora do normal, mas no Brasil inventamos alegrias irreais para viver, e em todo mundo temos casos de anormalidades. Até a política é sobrenatural. E todos os cálculo matemáticos indicam a veracidade de uma vida plena, como o conceito verdadeiro de física.
Dessa forma Carl Marx seria o burro de carga de um império sanguinário. E a coca-cola mais ainda.

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