Sexual e ecológico
Vamos analisar: o corpo é um processo natural, no entanto comandado por decisões. A vida é possível somente se obedecermos aos limites de nossa natureza. Temos que nos alimentar e, sermos, culturalmente, humanos. Ai vem os estágios de nosso reconhecimento territorial, temos que nos apoiar em invenções para entender o que já foi inventado. De onde viemos? Religião, ciência e nossas indagações sentimentais e racionais. Somos apenas praticantes de nosso mundo.
Dessa forma comunitária o ser humano se desloca para um enfrentamento com o resto da vida. Temos uma natureza morta em nos mesmos. Queremos ser livres destruindo a própria prisão. Ou queremos ser presos preservando uma atitude de demolidores imparciais.
Para tanto sempre fomos os escolhidos para ser um centro ferido.
Somos carne querendo ser metal. Somos um sistema biológico querendo ser fragmentado para uma compreensão detalhada e simplificada. Temos que usufruir de um banquete somente humano.
Assim, quebramos um pacto de milhões de anos; somos os orgulhosos de uma história. Etnias, países, religiões, áreas do conhecimento morto na separação de nossa própria vida.
O orgulho fez nascer um pecado inexistente. Pensamos, criamos e vivemos. Doença não são doenças. Mas rotinas sadias são as marcas da besta.
Um valor, uma nota, um passado de valores para cada peça de um quebra cabeça. Como crianças, encaramos um resultado de querer possuir mais braços e mais pensamentos de compreensão. O momento é decisivo em relação a política mundial. Mas, sem os velhos políticos, com o velho cidadão com novas indagações que foram ouvidas em cantos extintos e desacreditados. Como um ser poderia ser fraco e belo? Forte e morto? Onde a vida é sinônima de felicidade.
O prazer é um ente encarnado na vontade de dormir e não trabalhar.
Substancias são usadas em suas simbologias para confortar problemas nas etapas individuas de desenvolvimento da vida. Nascimento em estilos pessoais, com sons produzidos em líquido que se usa para novas chances, de usar peles para peles. Revoluções em caricaturas para que, rindo não percebemos as deformações de um fruto.
A única maneira de pensar em uma nova nota é adotando um novo continente para exploração. Sem isso, novas estruturas estão se criando, e novos conceitos de pecado estão ressurgindo para julgarmos a nos mesmos. Afinal de conta, pensar que sou Bonaparte se tornou uma escolha para a compra de roupas adequadas e lucro no mercado, desde a moda ate a morte.
O corpo é nu, possui nariz, ouvido, dois braços, duas pernas, e etc., e significados de uma invenção. Coerentemente sabemos de cortes em um fígado podre, mas não lembramos o que falamos para uma criança... Canções de cortes, diretrizes de um espírito doente. Esse mundo possui uma educação por excelência.
Se a humanidade parasse para pensar... Estamos estáticos em acidentes que vem de dentro para fora. A única flor viva nos alivia em uma boa lembrança. Por enquanto é o que podemos ver.

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